O preço do apreço
O sibarita esbanja na sociedade vazia
Sua decrepitude e lascívia são notáveis
Tal qual pantera em lingerie
Deserotizando o inerotizável sigo eu
Sig Heil no faroeste nordestino
Na pistolagem do mais doido
Do mais "forte"
O ignoto não aparece no folhetim
Passa longe da sabatina pública
Tal qual camaleão transliterário
Entretanto, suas perspectivas inexistem
Estrugindo-se em flor de lótus
Bramo à mim mesmo
Saindo das trevas de fezes
Eu, homem de Tebas, sou feliz
Açoito-me, degluto-me pantagruélicamente
Minha carne é auto-explicativa
Teleologicamente, Maquiavel que sou
Contudo, em flor de lótus repouso
Teu sentimento sintético,
Aluindo meu caráter, me faz indefeso
Não entendi nada.kkkkkkkkk coloca umas músicas mais facinnn...
ResponderExcluiro Tatu dá pra divulgar seu blog, só eu que comento aquiii!!! kkkkk
ResponderExcluirOi,
ResponderExcluirfoi você quem compos esse poema?
Estamos esperando mais postagens.....kd???
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